Lecythis lurida (Miers) S.A.Mori

Inuíba-vermelha, jarana, castanha-jarana, jarana-da-folha-miúda, inhaíba, inuíba, inhaíba-de-rêgo, sapucaiu [1]

Família: Lecythidaceae

Grupo ecológico: secundária [1]

Usos: alimentação animal: suas castanhas são muito apeciadas por roedores [1], madeira: própria para uso externo, como postes, moirões, estacas e dormentes, para cabos de ferramentas e outras aplicações que requeiram alta resistência [1], ornamental: árvore bastante ornamental, quer pela forma umbelada de sua copa, quer pela folhagem brilhante, que a torna ótima para paisagismo em geral [1], restauração florestal: planta tolerante à lugares abertos e adaptada à terrenos secos, é apropriada para plantios em áreas degradadas de preservação permanente [1]

Época de Floração:
11-1 [1]

Polinizadores:
não há observações registradas, mas abelhas de grande porte foram vistas em espécies de Lecythis com estrutura floral semelhante [2]

Época de Frutificação:
3-5 [1]

Tipo de fruto:
cápsula lenhosa (pixídio), indeiscente [3]

Tipo de dispersão:
barocórica [2]

Dispersores:
gravidade [2]

Densidade da Madeira:
0,93 g/cm³ [1]

Altura: 18 m [1]

DAP: 60 cm [1]

Sementes:
Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea, ou recolhê-los no chão após a queda. Em seguida levá-los ao sol para uma rápida secagem que irá facilitar a abertura, através de quebramento manual, para a retirada das sementes [1]

Tratamento para germinação:
Nenhum [1]

Produção de mudas:
Colocar as sementes para germinar, logo que colhidas e sem nenhum tratamento, diretamente em embalagens individuais contendo substrato organo-arenoso; cobrir as sementes com 1,5 cm de substrato peneirado e irrigar 2 vezes ao dia, mantendo-as em ambiente semi-sombreado. O desenvolvimento das mudas em campo é apenas moderado [1]

Taxa de germinação (%):
>50 [1]

Tempo de germinação:
20-40 dias [1]

Quantidade de sementes por kg:
21 [1]

Ocorrência: (PA), (BA, MA, PE, PI, SE), (ES, MG, RJ) [3]

Formação vegetal: Área Antrópica, Floresta de Terra Firme, Floresta Ombrófila (Floresta Pluvial) [3]

Referências:
[1] LORENZI, H. (2002). Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil, vol. 01, 4a edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum.

[2] MORI, S. A.; SMITH, N. P.; CORNEJO, X.; PRANCE, G. T. (2010 onward). The Lecythidaceae Pages. The New York Botanical Garden, Bronx, New York. Disponível em: https://sweetgum.nybg.org/lp/index.php. Acesso em: 13.mar.2025

[3] Flora e Funga do Brasil (2025, continuamente atualizado). Disponível em: https://floradobrasil.jbrj.gov.br/consulta/#CondicaoTaxonCP. Accesso em: 13.mar.2025

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