Copaifera langsdorffii Desf.

Copaíba, óleo-de-copaíba, copaíba-vermelha, bálsamo, oleiro, copaíba-da-várzea, copaibeira-de-minas, copaúba, cupiúva, óleo-vermelho, pau-de-óleo, podoi [1]

Família: Fabaceae

Grupo ecológico: secundária tardia a clímax [2]

Usos: madeira: indicada para construção civil, como vigas, caibros, ripas, batentes de portas e janelas, para para confecção de móveis e peças torneadas, como coronhas de armas, cabos de ferramentas e de vassouras, para carrocerias, miolo de portas e painéis, lambris, tábuas para assoalhos, etc. [1], óleos e resinas: fornece o bálsamo ou óleo de copaíba, um líquido transparente e e terapêutico, que é a seiva extraída mediante a aplicação de furos no tronco até atingir o cerne [1], ornamental: fornece ótima sombra e pode ser empregada na arborização rural e urbana [1], restauração florestal: também útil para plantios em áreas degradadas de preservação permanente [1]

Época de Floração:
10-4 (São Paulo), 11-3 (Minas Gerais), 12-1 (Goiás e D.F.), 1-3 (Paraná), 3-4 (Rio de Janeiro), 6-7 (Ceará e Pernambuco) [2]

Polinizadores:
abelhas [3]

Época de Frutificação:
6-8 (D.F. e Espírito Santo), 7-9 (Minas Gerais), 7-9 (Paraná), 8-9 (Rio de Janeiro), 8-10 (São Paulo) [2]

Tipo de fruto:
legume unispermo, deiscente [2]

Tipo de dispersão:
zoocórica [2], hidrocórica [2]

Dispersores:
aves, primatas, água [2]

Densidade da Madeira:
0,64-0,86 g/cm³ [2]

Altura: 35 m [2]

DAP: 100 cm [2]

Sementes:
Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida deixá-los ao sol para completar a abertura e liberação das sementes [1]

Tipo de sementes:
ortodoxa [2]

Tratamento para germinação:
Nenhum [1]

Produção de mudas:
Colocar as sementes para germinar logo que colhidas e sem nenhum tratamento, em canteiros ou diretamente em embalagens individuais contendo substrato organo-arenoso. O desenvolvimento das plantas no campo é lento [1]

Taxa de germinação (%):
> 60 [1]

Tempo de germinação:
20-40 dias [1]

Quantidade de sementes por kg:
1.720 [1]

Ocorrência: (RO, TO), (BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN), (DF, GO, MS, MT), (ES, MG, RJ, SP), (PR, RS) [4]

Formação vegetal: Área Antrópica, Campo Rupestre, Cerrado, Floresta Ciliar ou de Galeria, Floresta de Terra Firme, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila (Floresta Pluvial) [4]

Referências:
[1] LORENZI, H. (2002). Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil, vol. 01, 4a edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum.

[2] CARVALHO, P. E. R. (2002). Espécies Arbóreas Brasileiras / Paulo Ernani Ramalho Carvalho. Coleção Espécies Arbóreas Brasileiras, vol. 01. Brasília, DF: Embrapa.

[3] Sistema de informação sobre Interações Abelhas-Plantas no Brasil (2025, continuamente atualizado). Disponível em: http://abelhaseplantas.cria.org.br/busca_planta. Acesso em: 13.mar.2025

[4] Flora e Funga do Brasil (2025, continuamente atualizado). Disponível em: https://floradobrasil.jbrj.gov.br/consulta/#CondicaoTaxonCP. Accesso em: 13.mar.2025

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