Cordia goeldiana Huber
Freijó, cordia-preta, frei-jorge [1]
Família: Boraginaceae
Grupo ecológico: clímax [1]
Usos: madeira: empregada na confecção de móveis finos, folhas faqueadas decorativas, painéis, coronhas de armas, tonéis, lambris, persianas, venezianas, na construção naval e civil como ripas, batentes, molduras, guarnições, sarrafos, etc. [1], ornamental: a árvore apresenta características ornamentais, principalmente quando em flor; pode ser empregada com sucesso no paisagismo em geral [1]
Época de Floração:
9-12 [1]
Época de Frutificação:
11-1 [1]
Tipo de fruto:
drupa totalmente revestida pelo tubo da corola e cálice [1]
Tipo de dispersão:
anemocórica [1]
Dispersores:
vento [1]
Densidade da Madeira:
0,59 g/cm³ [1]
Altura: 20 m [1]
DAP: 60 cm [1]
Sementes:
Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a eliminação das pétalas secas aderidas ao fruto através do esfregaço manual. Esse tratamento, contudo, não elimina as sépalas que ficam aderentes ao fruto. A retirada das sépalas, bem como das sementes do interior dos frutos é praticamente impossível. Portanto, os frutos podem ser plantados como se fossem as verdadeiras sementes [1]
Tipo de sementes:
ortodoxa [1]
Tratamento para germinação:
Nenhum [1]
Produção de mudas:
Os frutos com o cálice aderente devem ser postos para germinar logo que colhidos em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-arenoso. Cobri-los com uma camada fina de substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. Transplantar as mudas para embalagens individuais quando atingirem 4-6 cm [1]
Taxa de germinação (%):
baixa [1]
Tempo de germinação:
30-60 dias [1]
Quantidade de sementes por kg:
37.000 frutos [1]
Ocorrência: (AM, AP, PA, RO), (MA), (MT) [2]
Formação vegetal: Floresta Ombrófila (Floresta Pluvial) [2]
Referências:
[1] LORENZI, H. (2002). Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil, vol. 01, 4a edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum.
