Brosimum rubescens Taub.
Conduru, canduru, conduru-de-sangue, conduru-vermelho, pau-vermelho, falso-pau-brasil, muirapiranga, muirapiranga-preta, pau-rainha, amaparana, pau-brasil, uanta, gonduru, amapá-amargoso, amapá-doce, amargo-de-conduru [1]
Família: Moraceae
Grupo ecológico: clímax [1]
Usos: madeira: empregada para confecção de instrumentos musicais, tacos para assoalhos, bengalas, macetas, mancais, móveis, objetos torneados, etc. [1], restauração florestal: árvore indicada para reflorestamentos mistos destinados à preservação [1]
Época de Floração:
11-1 [1]
Polinizadores:
abelhas (para Brosimum spp.) [2]
Época de Frutificação:
2-4 [1]
Tipo de fruto:
infrutescências globosas [1]
Densidade da Madeira:
0,91 g/cm³ [1]
Altura: 30 m [1]
DAP: 70 cm [1]
Sementes:
Recolher os frutos no chão após a queda natural, deixando-os em saco plástico até a decomposição parcial da polpa para facilitar sua remoção em água corrente [1]
Tratamento para germinação:
Nenhum [1]
Produção de mudas:
Colocar as sementes para germinação, logo que colhidas, diretamente em embalagens individuais mantidas em local semi-sombreado e preenchidas com substrato organo-argiloso, cobrindo-as com uma camada do mesmo substrato de espessura igual à sua altura [1]
Taxa de germinação (%):
baixa [1]
Tempo de germinação:
40-60 dias [1]
Ocorrência: (AC, AM, AP, PA, RO, RR, TO), (AL, BA, MA, PE, SE), (GO, MT), (ES, MG, RJ) [3]
Formação vegetal: Área Antrópica, Campinarana, Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta de Terra Firme, Floresta Ombrófila (Floresta Pluvial), Restinga [3]
Referências:
[1] LORENZI, H. (2016). Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil, vol. 03, 2a edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum
