Sterculia apetala (Jacq.) H.Karst.
Mandovi, manduvi, manduvizeiro, amendoim-de-bugre, chichá [1]
Família: Malvaceae
Grupo ecológico: secundária inicial ou tardia, clímax [1]
Usos: alimentação animal: suas sementes são muito consumidas por aves, macacos e roedores [1], alimentação humana: as sementes também podem ser consumidas por humanos. São ricas em óleos e proteínas, sendo reputadas como medicinais [1], madeira: empregada na confecção de canoas, caixas e urnas funerárias, bem como para uso interno em contrução civil [1], ornamental e restauração florestal: a árvore, apesar de seu grande tamanho, é indicada para a arborização de parques e praças, bem como para reflorestamentos [1]
Época de Floração:
7-8 [1]
Época de Frutificação:
5-8 [1]
Tipo de fruto:
cápsula lenhosa, deiscente [1]
Tipo de dispersão:
zoocórica [1]
Dispersores:
aves, primatas, roedores [1]
Densidade da Madeira:
leve g/cm³ [1]
Altura: 24 m [1]
DAP: 70 cm [1]
Sementes:
Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea ou mesmo antes disso, quando as aves iniciarem a sua ingestão. Em seguida deixá-los ao sol para completar a abertura e facilitar a liberação das sementes [1]
Tratamento para germinação:
Nenhum [1]
Produção de mudas:
Colocar as sementes para germinação logo que colhidas diretamente em embalagens individuais contendo sustrato organo-argiloso. O desenvolvimento das plantas no campo é rápido [1]
Taxa de germinação (%):
alta [1]
Tempo de germinação:
20-30 dias [1]
Quantidade de sementes por kg:
300 [1]
Ocorrência: (AC, AM, PA), (GO) [2]
Formação vegetal: Cerrado (lato sensu), Floresta de Terra Firme [2]
Referências:
[1] LORENZI, H. (2002). Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil, vol. 02, 2a edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum.
